VOLTANDO A CASA DE DEUS

Gênesis 13:3 - 7 – “Nas suas jornadas subiu do Negebe para Betel, até o lugar onde outrora estivera a sua tenda, entre Betel e Ai, até o lugar do altar, que dantes ali fizera; e ali invocou Abrão o nome do Senhor. E também Ló, que ia com Abrão, tinha rebanhos, gado e tendas. Ora, a terra não podia sustentá-los, para eles habitarem juntos; porque os seus bens eram muitos; de modo que não podiam habitar juntos. Pelo que houve contenda entre os pastores do gado de Abrão, e os pastores do gado de Ló. E nesse tempo os cananeus e os perizeus habitavam na terra.”
Gênesis 28:13 - 17 – “por cima dela estava o Senhor, que disse: Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra em que estás deitado, eu a darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra; dilatar-te-ás para o ocidente, para o oriente, para o norte e para o sul; por meio de ti e da tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. Eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; pois não te deixarei até que haja cumprido aquilo de que te tenho falado. Ao acordar Jacó do seu sono, disse: Realmente o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia. E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus.”
Encerramos hoje as ministrações das Riquezas de Abraão, tempo onde sem dúvida alguma fomos marcados pelo Senhor. Recebemos palavras proféticas, tivemos atitudes espirituais e sem dúvida alguma estamos vivendo as grandes bênçãos das Riquezas de Abraão.
Abraão em suas peregrinações pela terra de Canaã volta para Betel, local onde ele já havia estado anteriormente e onde já tinha tido grandes experiências com Deus que o chamara para viver um poderoso mover de prosperidade.
VOLTAR A BETEL REPRESENTA ESTAR NA CASA DE DEUS, E:
· DESLIGAR-SE DOS QUE INVEJAM O QUE É TEU
· DESLIGAR-SE DO QUE TE TROUXE PESO, JUGO
· DESLIGAR-SE DO QUE TE TRAZ CONTENDA, LUTA
· DESLIGAR-SE DOS QUE AMBICIONAM O QUE É TEU
· DESLIGAR-SE DOS QUE TEÊM A VISÃO PEQUENA E TACONHA (POBRE, MISERÁVEL)
· DESLIGAR-SE DO PESO DA PARENTELA PARA VIVER A BÊNÇÃO DA SUCESSÃO APOSTÓLICA
EU VOLTO A BETEL RICO, COM A SUCESSÃO DE ABRAÃO, POIS:
A) tenho minha alegria em suprir a casa de deus
Gênesis 31:13 – “Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te, pois, sai-te desta terra e volta para a terra da tua parentela.”
B) tenho um deus que me guarda de todo mal
Gênesis 35:1,5 – “Depois disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugias da face de Esaú, teu irmão. Então partiram; e o terror de Deus sobreveio às cidades que lhes estavam ao redor, de modo que não perseguiram os filhos de Jacó.”
C) o senhor, na minha angústia, sempre me honrou
Gênesis 35:3 – “Levantemo-nos, e subamos a Betel; ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho por onde andei.”
D) nesse tempo deus me trouxe revelações e grandes livramentos
Gênesis 35:6 e 7 – “Assim chegou Jacó à Luz, que está na terra de Canaã {esta é Betel}, ele e todo o povo que estava com ele. Edificou ali um altar, e chamou ao lugar El-Betel; porque ali Deus se lhe tinha manifestado quando fugia da face de seu irmão.”
E) deus mudou os meus referenciais de vida, sou príncipe, sou israel. (sou fecundo)
Gênesis 35: 10-15 – “E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. Chamou-lhe Israel. Disse-lhe mais: Eu sou Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos; a terra que dei a Abraão e a Isaque, a ti a darei; também à tua descendência depois de ti a darei. E Deus subiu dele, do lugar onde lhe falara. Então Jacó erigiu uma coluna no lugar onde Deus lhe falara, uma coluna de pedra; e sobre ela derramou uma libação e deitou-lhe também azeite; e Jacó chamou Betel ao lugar onde Deus lhe falara”.
gênesis 17:1 – “Quando Abrão tinha noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença, e sê perfeito;”
sê perfeito, SEJA israel
Oração Profética: Eu encerro hoje este ciclo, na certeza de viver todas as palavras liberadas sobre mim e sobre minha família. Declaro obediência à palavra de Deus, aos seus mandamentos e à sua vontade, e sei que isto determinará a minha condição de riqueza e prosperidade. Como Abraão, eu possuirei toda sorte de bens e serei poderoso sobre a terra, em nome de Jesus, amém!

DEUS TE ABENÇOE...

A Infantilização da Vida Cristã

A primeira infância na vida de um ser humano é marcada por um forte sentimento egoísta. Ao nascer, a criança deseja para si o amor, a atenção, a proteção dos pais e o peito da mãe. Tudo caminha relativamente bem, até que ela toma consciência que o amor da mãe, expresso e manifesto de todas as formas possíveis, não é apenas seu. Esse amor “exclusivo” precisa ser dividido, compartilhado, repartido. O nascimento de um irmão mais novo, ou a tomada de consciência da existência de um irmão mais velho, com certeza desencadeará o ciúme, a rivalidade e a competitividade entre irmãos, que se manifestarão das mais diversas formas, podendo ir do sentimento de ódio ao ato homicida. Mais do que uma teoria psicológica ou psicanalítica, o fato é encontrado nas primeiras páginas do livro do Gênesis. 

 Em Gênesis 4.1 a Bíblia nos relata o nascimento de Caim. O primogênito de Adão e Eva gozou de todos os privilégios, de toda a atenção, de toda a proteção, de todos os cuidados, de todos os mimos, de todos os abraços, do peito, do colo, do afago, do amor. Tudo, na própria concepção da criança Caim era dele e para ele. Foi a partir de Gênesis 4.2 (considerando o nascimento de Abel subsequente ao de Caim), que as coisas começaram a mudar para Caim. Tudo que pertencia a Caim, como citado acima, teria que ser repartido com o seu irmão. Com certeza, os sentimentos que afloraram em Caim não foram diferentes daqueles que nos dominavam na infância, quando queríamos que aquele ou aqueles que “roubavam” de nós os privilégios e a exclusividade não existissem, ou pelo menos, que estivessem bem longe. Na primeira infância, não apenas sentimos tais coisas, mas somos por elas também movidos a agir, de forma que o ciúme e o ódio se manifestam em palavras e atos agressivos. 

Quem nunca tomou um brinquedo seu da mão do irmão? Mordidas, beliscões, tapas e socos nortearam o comportamento de muitas relações entre irmãos que se percebiam como rivais, que lutavam pelo direito de exclusividade e propriedade das mesmas coisas. Caim perdeu a exclusividade do amor dos pais, e inclusive, na condição de filho, da adoração a Deus. Tudo que possuía teria que dividir com Abel. Na medida em que envelhecemos, estes sentimentos infantis que geram disputas tendem a ser superados, ou ao contrário, podem nos dominar e serem reproduzidos nas mais diversas formas de relacionamentos adultos. Nesse caso, nem sempre a idade adulta cronológica é sinônimo de maturidade psicológica. Em Abel não havia maldade ou algum desejo de usurpar o que era de Caim. 

O irmão mais novo só queria o seu espaço. Deus se agradava de Abel: Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta; (Gn 4.4). Caim ganhava anos de vida, mas seus sentimentos e emoções permaneceram os mesmos da infância, sempre lutando por aquilo que entendia ter sido roubado ou tomado por seu irmão. Deus, em razão disso, não se agradava de Caim: [...] ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante. Então, lhe disse o SENHOR: Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo. (Gn 4.5-7). No colo, no peito e nos braços da mãe há lugar para todos os filhos. 

A atenção, a proteção e a provisão do pai, da mesma maneira, são também suficientes para todos. Mesmo em tempos de escassez, os pais tratam de dividir com os filhos tudo por igual. O ciúme e a rivalidade alimentados por Caim culminaram com um sentimento e um ato homicida (Gn 4.8). As manifestações de rivalidades e contendas que vivenciamos ao longo de nossa vida adulta, mas nem sempre madura, geralmente são reproduções destes sentimentos de nossa primeira infância. É neste sentido que Paulo escreve aos coríntios: Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? (1 Co 3.1-3) Percebam que Paulo associa os ciúmes e as contendas ao fato dos irmãos em Corinto serem “crianças em Cristo” disputando coisas, lugares e preferencias. 

Nos dias atuais as coisas não são diferentes, e encontramos ainda “crianças em Cristo” na igreja disputando cargos, posições e privilégios. Uma relação transferencial acontece, onde os sentimentos que se tinham pelo pai são direcionados para Deus Pai e para o pastor-pai, e o sentimento que se tinha pela mãe, para a Igreja-mãe. Dessa maneira, as “crianças em Cristo” disputam a preferência, a atenção, a provisão e a proteção do Deus Pai e do pastor-pai, e a exclusividade do peito, dos braços, do colo e do amor da Igreja-mãe. Ao percebermos que isso não é possível, e que precisamos dividir com os outros irmãos na fé estas coisas, os instintos infantis brotam, e a velha e infantil rivalidade, briga e intriga ressurge. Podemos, inclusive, desejar a distância e a morte dos nossos irmãos na fé. 

O amadurecimento na vida cristã implica em entender que o Deus Pai, o pastor-pai e a Igreja-mãe têm amor e lugar para todos os filhos. Não precisamos ser irmãos rivais e competidores, mas leais e cooperadores. Precisamos ainda ajudar, consolar, socorrer, incentivar, apoiar e servir uns aos outros. Não devemos alimentar o ciúme e ódio infantil pelo fato de alguns irmãos ocuparem certos lugares e possuírem determinados dons e talentos. Completamo-nos através do que a cada um foi concedido em Cristo e pelo Espírito. Alcancemos assim a varonilidade perfeita, a maturidade (gr. teleios), a medida da estatura da plenitude (gr. pleroma) de Cristo (Ef 4.13). Vivamos em unidade, harmonia e em comunhão, para o louvor e a glória de Deus. Seguindo a verdade e o amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Ef 4.15). 

Fonte: Altair Germano

A salvação na perspectiva do tempo

A salvação é obra de Deus e não do homem. É salvação do pecado e não no pecado. É salvação pela graça divina e não pelo mérito humano. É recebida pela fé e não pelas obras. A salvação foi planejada na eternidade, é executada na história e será consumada na segunda vinda de Cristo. A salvação pode ser analisada na perspectiva do tempo.
Quanto ao passado, já fomos salvos da condenação do pecado; quanto ao presente, estamos sendo salvos do poder do pecado; e quanto ao futuro, seremos salvos da presença do pecado. Vejamos esses três tempos da salvação.
Em primeiro lugar, quanto à justificação já fomos salvos. A justificação é um ato e não um processo. É feita fora de nós e não em nós. Acontece no tribunal de Deus e não em nosso coração. Pela justificação, Deus nos declara justos em vez de nos tornar justos. A justificação é completa e não possui graus. Todos os salvos estão justificados de igual forma.
Jesus foi traspassado pelos nossos pecados. Ele foi feito pecado por nós. Ele bebeu, sozinho, todo o cálice cheio da ira de Deus contra nós, pois éramos filhos da ira. Pela morte de Cristo a lei foi cumprida e a justiça foi satisfeita, de tal maneira que, agora, Deus pode ser justo e justificador. Deus considerou satisfatório o sacrifício substitutivo do Seu Filho e nos declarou quites com sua justiça. Já não pesa mais nenhuma condenação sobre aqueles que estão em Cristo Jesus, pois o próprio Jesus é a nossa justiça.
Em segundo lugar, quanto à santificação estamos sendo salvos. A salvação já está consumada pelo sacrifício perfeito e irrepetível de Cristo. Diante do tribunal de Deus já estamos salvos. Nossos pecados passados, presentes e futuros já foram tratados na cruz de Cristo. Porém, quanto ao processo da santificação, estamos sendo transformados de glória em glória na imagem de Cristo.
Agora, Deus está trabalhando em nós, formando em nós o caráter de Seu Filho. Se a justificação é um ato, a santificação é um processo que começa na regeneração e só terminará na glorificação. Se a justificação não tem graus, a santificação tem. Nem todos os salvos estão na mesma escala de crescimento rumo à maturidade.
Precisamos, dia a dia, negarmo-nos a nós mesmos. Precisamos de alimento sólido e de exercício contínuo, a fim de fortalecermos as musculaturas da nossa alma. Se Cristo é o nosso substituto na justificação, Ele é o nosso modelo na santificação.
Em terceiro lugar, quanto à glorificação seremos salvos. A salvação é um fato pretérito, uma realidade presente e uma garantia futura. Todos aqueles que foram conhecidos por Deus de antemão foram também predestinados, chamados, justificados e glorificados. Muito embora a glorificação seja um fato consumado nos decretos de Deus, há de historificar-se apenas na segunda vinda de Cristo. Nós, que já fomos salvos da condenação do pecado e estamos sendo salvos do poder do pecado, seremos, então, salvos da presença do pecado. Receberemos um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso e celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo.
Quando Cristo voltar, em Sua majestade e glória, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrarem o Senhor Jesus nos ares, e assim, estaremos para sempre com o Senhor. Essa expectativa bendita não é apenas uma vaga esperança, mas uma certeza inabalável. Nós, que fomos escolhidos na eternidade e chamados eficazmente no tempo, seremos recebidos na glória!
::Pr. Hernandes Dias Lopes

Um Tremendo Perigo: A língua

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.” Cl 4.6

Conforme o Dr. Antônio Gilberto, a conversa do crente deve ser agradável, cativante, amável e graciosa. Deve ser uma linguagem originada na graça de Deus operando em nosso coração, que contenha a verdade com amor.
Ef 4.15 - “temperada com sal”, pode significar conversa apropriada e marcada pela pureza. A conversa com graça, no entanto, não exclui palavras enérgicas e severas quando necessario for para tratar com crentes inimigos da cruz.
Gl 1.6-9-

Todo discurso deve ser discreto e oportuno como convém aos cristãos. Deve ser proferido com a graça de Deus, mesmo que o nosso discurso seja sobre algo comum deve ser, contudo de um modo cristão. A graça é o sal que tempera o nosso discurso e impede que este se corrompa.

Os ministros são servos de Cristo e conservos uns dos outros, ainda que tenha diferentes postos e poderes para servi-lo e servi-los; não tem o aval de Deus para usar as tribunas, para proferir desabafos pessoais equivocadamente, fazendo de suas línguas um destilador de peçonha.

Conforme o parecer de Tiago 3.5-12, leia, a nossa língua é indomável, mas para o servo é possível atenuar o problema, pois nós somos filhos de Deus, Rm 8.16, também temos a mente de Cristo 1ª Corinthios 2.14-16; tudo é possível ao que crê Mc 9.23.

Portanto querido leitor, temos que nos policiarmos, para que não contraiamos dívidas impagáveis com a nossa língua, senão quando morrermos o nosso corpo será transportado num caixão, e a língua em uma carreta...

Cuidemos.

Por: Pr. João Batista de Souza
Presidente do Campo de Barreiras-BA

PARÓDIA GOSPEL - THIAGUINHO # Caraca, Muleke #


Mais uma Paródia do canal Desconfinados. Dessa vez da música Caraca Muleke do cantor Thiaguinho, que virou Oh o Abimeleque. 

Clipe não oficial. Óbvio kkkkkkkkk

Eu gostei e indico pra vocês assistirem:

Confira:



Fonte: Desconfinados/Despertai com Cristo

Perseveravam unanimemente em oração e súplicas




Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.


A PERSEVERANÇA. É a espera com paciência e resignação. Jesus não lhes falou quanto tempo eles deviam ficar em Jerusalém, até serem revestidos de poder e da virtude do Espírito Santo. Nem por isso eles ficaram inquietos nem preocupados por quanto tempo teriam que esperar o cumprimento da promessa. Estavam preparados e cheios de esperança de que algo de muito bom ia acontecer. Desistir não fazia parte dos planos dos servos de Cristo nem tão pouco recuar passava pela cabeça deles. 

UNANIMIDADE. Todos tinham o mesmo objetivo que era esperar nas promessas de Cristo, todos falavam uma mesma linguagem em concordância de que aquilo que o Senhor havia falado teria o seu fiel cumprimento. Pensavam as mesmas coisas e agiam conforme o princípio da união. Fecharam questão em torno de uma mesma aliança com o Mestre Jesus de Nazaré. Não tinha lugar para divisão nem permitiam que houvesse contradição entre o grupo. Tenham a mesma expectativa e buscavam entrelaçar entre si os mesmos conceitos. A plena comunhão era o que prevalecia. 

ORAÇÃO E SÚPLICA. A igreja perseverava unida em oração e súplica. Buscando e certamente rogando que a promessa da vida do Espírito Santo se cumprisse o mais rapidamente possível. Estavam permanentemente se consagrando nos pés do Senhor. E não era somente em oração, mas, o escritor declara que estavam em súplica, que é uma espécie de clamor fervoroso. Estavam todos tomados pelo sentimento de que a oração e a súplica fornecia a energia quantitativa para aquecer o termômetro do pentecostes que se aproximava. 

COM AS MULHERES. Cristo veio para quebrar paradigmas culturais e estabelecer novos parâmetros com um cristianismo democrático e sem machismo. As culturas mais antigas eram recheadas de machismo e discriminação para com as mulheres. O judaísmo não era diferente no tocante a desvalorização das mulheres, principalmente nos assuntos religiosos. Na nova aliança de Cristo as boas novas do evangelho muda esta metodologia de tratamento para com as mulheres as colocando em par de igualdades em praticamente todos os aspectos. 

MARIA MÃE DE JESUS. Todas as informações a seu respeito, somente as Escrituras é que no-las dá. O que passar disto é Mariolatria e não é permitido pelas escrituras. Sua virgindade eterna é anti-bíblica, porque ele teve um pato normal, assim como segundo a escritura teve um vida conjugal plena com seu marido José. É tanto que conforme o novo testamento ela teve outros filhos e filhas. Sua ascensão aos céus também faz parte de fábula católica, não podendo ser comprovada em nenhum lugar da bíblia. 

OS IRMÃOS DE JESUS. Em Mateus 12:47-48 - E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe. E disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, que querem falar-te. Marcos 6:3 - Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? Querer negar o que está na bíblia não pode.

Fonte: Valdeney Bastos/blog comentários biblicos

TEMOS AGRADADO A DEUS

I Coríntios-10:1-5 – 1- Pois não quero, irmãos, que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar; 2- e, na nuvem e no mar, todos foram batizados em Moisés, 3- e todos comeram do mesmo alimento espiritual; 4- e beberam todos da mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os acompanhava; e a pedra era Cristo. 5- Mas Deus não se agradou da maior parte deles; pelo que foram prostrados no deserto.
Neste texto nos deparamos diversas vezes com a palavra “TODOS”: Todos estavam debaixo da nuvem; Todos passaram pelo mar; Todos foram batizados; Todos comeram de uma mesma comida; Todos beberam de uma mesma bebida espiritual.
Mas DEUS não se agradou da maior parte dele. A maioria não tinha atitude, ações, palavras, comportamento, responsabilidade, postura...que agradavam a DEUS, razão pela qual ficaram prostrados no deserto. O que significa agradar? Muitos são os significados, mas separei alguns que julguei adequados para a nossa mensagem. São eles: contentar, interessar, corresponder, satisfazer.
A maioria não fazia nada que interessava a DEUS, não realizava nada que deixasse o SENHOR contente, satisfeito, que correspondia às suas expectativas. Sim, DEUS quer uma contrapartida do seu povo! Quem não agrada, obviamente, desagrada. DEUS tinha um plano para TODOS, mas uma pequena parte pôde ver e viver o cumprimento desse plano. Desagradar a DEUS traz consequências No contexto do Antigo Testamento trouxe a prostração (morte) no deserto.
O que levou a maioria daqueles homens e mulheres a não agradar a DEUS? A resposta está no versículo 6 e seguintes:
COBIÇA - Desejaram o que não era deles; o que não poderiam ter, pois pertencia a outro. É lícito desejar ter algo, desde que não pertença a outra pessoa. Um dos 10 mandamentos diz: Não cobiçarás... Muitas vezes, esse desejo – ambição - fica apenas no pensamento. A cobiça por aquilo que está em posse ou domínio alheio. Talvez pelo fato de saber que esse sentimento é errado e até pecaminoso, muitos o guardam dentro de si. Mas DEUS conhece os nossos pensamentos - Salmo-139.
Ele nos adverte como fez com Caim, que desagradou a DEUS com suas atitudes e com sua oferta. DEUS disse a Caim: ''O seu pensamento é contra ti e cumpre a ti dominá-lo''. A inveja que teve de seu irmão levou Caim a ser reprovado, e, consequentemente, a não agradar a DEUS. Isso trouxe morte dentro da família! Que absurdo!
IDOLATRIA -  Esta atitude errada também está nos 10 Mandamentos, portanto, reprovada por DEUS. Mas hoje parece louvável ter um ídolo. E as pessoas perguntam: Quem é seu ídolo? E outros assumem esse papel e tantos têm sido absorvidos por essa ''falsa ideia'' de ser algo, que criam para si personagens. Em casa a pessoa é geralmente triste, infeliz, amargurada, deprimida... Nos palcos e diante das câmeras é outra. Transforma-se em alguém que não existe! Essas pessoas vivem cercadas de ''seguranças'', rodeadas de ''assessores'', tornam-se inatingíveis, intocáveis, criando assim a idolatria... Isso, inclusive, dentro das igrejas: líderes, cantores, pessoas famosas que são segregadas do povo. Que são bajuladas, paparicadas, que como os ''astros e estrelas'' de Hollywood não podem ser contrariados em seus ''desejos'', que exigem camarins, atendimento VIP, que fazem na igreja o que um ''popstar'' faz nos palcos do mundo, em seus espetáculos e shows. Que sentam-se nos ''altares'' e se destacam dentro da casa de DEUS, mais do que o próprio DEUS! Que triste!
PROSTITUIÇÃO - Tornaram o sagrado, profano. Mercadejaram valores espirituais inegociáveis. Tornam produto cada vez mais caro, o que foi dado de graça. Valorizam nomes, cargos, adereços, placas e invertem os valores ensinados na Palavra de DEUS. Transformam o conteúdo da Bíblia, que tem como principal objetivo a salvação das almas, em marketing para fazer crescer seu negócio, que chamam de Igreja! Mas não é. A Igreja é santa. O que existe por aí são instituições administradas como empresas e voltadas a cumprir metas e preencher formulários e relatórios. Na verdade querem vender, lucrar e enriquecer. Que pecado!
TENTAÇÃO -  Aprendemos que o único tentador é o diabo. Mas não é verdade. O homem também o é. Muitos tentam a DEUS. É possível, pois JESUS declarou a satanás que não tentaria ao SENHOR seu DEUS Mateus-4. A sedução tem sido utilizada dentro da igreja para atrair fiéis, adeptos e seguidores. Muitos vêm atraídos pela retórica da prosperidade, de ser algo que nunca precisará ser, de ser o maior, o melhor e o único, talvez! Muitos são tentados a chamar a Igreja de sua! São os donos do rebanho. Alguns são tentados a fazer isso, mas muitos o fazem de fato. Esse caráter de satanás tem estado dentro das igrejas e corrompido a verdade de DEUS! Fala-se muito pouco do amor, da misericórdia, do perdão, da amizade, dos dons, da mudança de vida, da conversão verdadeira, da transformação de caráter. Isso tem sido cada vez mais escasso nas pregações. Que lamentável!
MURMURAÇÃO - Os aconselhamentos servem para ouvir o lamento, a murmuração, a reclamação e insatisfação das pessoas. No contexto que lemos, o povo murmurava porque não estava satisfeito. Eles saíram do Egito, foram libertos da tirania de Faraó, deixaram de ser escravos, mas isso não bastava. Tinham a nuvem (a proteção de DEUS), estavam supridos, pois comiam e bebiam, mas não era suficiente. Precisavam de mais! Ainda tinham a presença da Rocha, que era CRISTO (v. 4). Precisavam de mais? É assim na igreja de nossos dias.
Essas atitudes passaram a ser reproduzidas por grande parte do povo, tornando-se maioria aqueles que desagradavam a DEUS. Eram mais os que cobiçavam, idolatravam, tentavam, prostituíam, murmuravam... do que aqueles que seguiam seu destino rumo à Terra Prometida em obediência, santidade e consciente de sua nova vida planejada por DEUS e longe da escravidão planejada por satanás.
V. 12 - Por isso, o apóstolo Paulo adverte para que ''aquele que está em pé, cuide para que não caia''. Não caia nos pecados que fizeram com que o povo de DEUS ficasse prostrado no deserto, sucumbisse à serpente ou perecesse pelo destruidor.
Essas figuras do Antigo Testamento são valiosas para que a Igreja de hoje fuja desses males e expulse, de fato, esses ''demônios'' de sua comunidade. Assim, terá a honra de servir a DEUS e de agradá-lo como único PAI que é. Que bênção!
Está na hora do povo de DEUS rever os seus valores, rever o seu posicionamento diante das estruturas e das necessidades do mundo. A que queremos agradar aos pastores e líderes de grandes igrejas que são bajulados, endeusados por muitos fiéis que por falta de intimidade com DEUS e com a Palavra que é o próprio JESUS, colocam estas pessoas em altares de homens.
Que o SENHOR nos dê graça para que nunca deixemos o primeiro amor e nos esvaziemos de nós mesmos como fez o SENHOR JESUS, para que a vontade do PAI se realize aqui na terra e o mundo possa ser alcançado não por super homens, mas, por servos e servas de DEUS, levantadas e remidas pelo SANGUE de JESUS, O Autor e Consumador da nossa fé, da nossa vida, da nossa restauração, da nossa SALVAÇÃO.
QUE DEUS NOS ABENÇOE...

Eu sou a videira - Jesus Cristo



"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos."


Jesus aqui deixa claro que ele e o único que pode da vida para nós, ele e  que nós torna puro dos pecados.

Se o ser humano quiser ser puro ele precisa de Jesus, e so por meio da palavra nos tornamos limpos, o que esta na videira não peca, ou seja, esta limpo. Deus o agricultor que cuida dos ramos.

Os discípulos já são puros. Já foram podados pela palavra que ouviram de Jesus. Até hoje, Deus faz a poda em nós através da sua Palavra que nos chega pela Bíblia e por tantos outros meios. Jesus alarga a parábola e diz: "Eu sou a videira e vocês são os ramos!" Não se trata de duas coisas distintas: de um lado a videira, do outro, os ramos. Não! Videira sem ramos não existe. Nós somos parte de Jesus. Jesus é o todo. Para que um ramo possa produzir fruto, deve estar unido à videira. Só assim consegue receber a seiva. "Sem mim vocês não podem fazer nada!" Ramo que não produz fruto é cortado. Ele seca e é recolhido para ser queimado. Não serve para mais nada, nem para lenha!

Valdeney Bastos